Que posições provavelmente cairiam juntas numa crise?
Uma pergunta de risco quer saber o quanto a carteira depende de uma única coisa correr bem — uma posição, um setor, um país. A concentração lê-se como parte do total, que é o que os números abaixo mostram.
Resolvido numa carteira de exemplo. Os números abaixo são dessa carteira, não da sua.
Em uma crise, posições com alta correlação histórica entre si ou que contribuem mais para a volatilidade do portfólio tendem a mover-se na mesma direção. Aqui estão os principais grupos do seu portfólio que, segundo os dados, têm maior probabilidade de cair juntos:
| Ativo | Volatility contribution (%) |
|---|---|
| Apple Inc. | 20,86 |
| Microsoft Corp. | 16,08 |
| Deutsche Lufthansa AG | 14,46 |
| iShares Core MSCI World UCITS ETF | 10,69 |
| Bitcoin | 10,41 |
| Ethereum | 10,22 |
O que isso significa:
- Valores maiores na coluna “volatility contribution” indicam que o ativo contribui mais para a volatilidade anualizada do seu portfólio. Ativos com grandes contribuições e correlações positivas entre si (por exemplo, grandes ações de tecnologia e alguns ETFs de mercado amplo) têm maior probabilidade de cair juntos numa crise.
- Criptoativos (Bitcoin e Ethereum) mostram volatilidade alta e contribuições relevantes; historicamente eles também podem amplificar oscilações em mercados de stress.
- O ETF de mundo (iShares Core MSCI World UCITS ETF) e as mega caps tecnológicas (Apple Inc., Microsoft Corp.) aparecem entre os maiores contribuintes, indicando que quedas generalizadas em ações globais tendem a afetar esses itens simultaneamente.
Notas:
- A tabela usa as contribuições de volatilidade calculadas no perfil de risco mais recente.
- Cobertura setorial e por região também mostra concentração em Technology e North America, o que reforça a tendência de movimentos conjuntos nesses segmentos.
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